Tirar o motor da betoneira sem desmontar a máquina inteira. Essa é uma das propostas da 1 Traço IZI MAX, modelo de 400 litros lançado pela CSM, indústria de equipamentos para construção civil de Jaraguá do Sul (SC) com 47 anos de história.

O conjunto do motor pode ser retirado rapidamente, e isso muda a rotina de quem usa o equipamento em três momentos: no transporte, na manutenção e no fim do expediente.

Fundada em 1979, a CSM construiu sua trajetória na fabricação de equipamentos que priorizam a produtividade e a segurança das pessoas. Com a IZI MAX, a empresa reforça a aposta em engenharia e tecnologia nacional para resolver dificuldades do dia a dia dos profissionais.

Mais espaço no transporte

Com o módulo do motor removido, a betoneira ocupa menos espaço durante o transporte. Para quem leva o equipamento de uma obra para outra, isso significa uma máquina mais compacta na hora de carregar.

Troca sem desmontar tudo

Na manutenção, a vantagem é direta. Determinadas intervenções ficam mais simples, porque o conjunto do motor pode ser substituído sem a necessidade de desmontar toda a máquina.

A IZI MAX traz ainda outras soluções patenteadas pela CSM: o sistema de união do tambor sem solda em uma região estrutural, a cremalheira segmentada ajustável e o painel elétrico com disjuntor de proteção contra sobrecarga.

“A inovação e a tecnologia estão no centro do desenvolvimento dos nossos produtos. Investimos continuamente em soluções que aumentam a durabilidade dos equipamentos, proporcionam misturas de concreto mais eficientes e reduzem os custos de manutenção. Esse compromisso com a qualidade e a evolução dos nossos produtos contribuiu para que a CSM fosse reconhecida 26 vezes como a melhor betoneira do Brasil, consolidando nossa posição de referência no setor da construção civil”, destaca Cristiano Raboch, CEO da CSM.

Motor guardado no fim do dia

A mesma tecnologia funciona como sistema antifurto. Ao final do expediente, o conjunto do motor pode ser guardado em um local protegido, enquanto a estrutura principal fica na obra. Assim, um dos componentes de maior valor do equipamento fica armazenado separadamente.

A proteção de equipamentos é tema acompanhado pelo setor. Em abril de 2026, o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) informou ter se reunido com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo para integrar as câmeras de vigilância das obras às da Operação Muralha, do governo estadual.

Na loja, mais argumentos

Para o lojista, a betoneira oferece argumentos que vão além da capacidade de mistura e da potência. Pela Pesquisa Anamaco 2025, da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), 100% das lojas do setor mantêm atendimento presencial, espaço em que o cliente compara produtos e recebe orientação técnica.

Facilidade no transporte e manutenção mais simples viram argumentos concretos para uma venda mais consultiva, em que o vendedor mostra como a tecnologia resolve um problema real do cliente. O mercado é grande: segundo o Instituto de Pesquisas da Anamaco, o país reunia 160.627 lojas de material de construção em 2025, e 69,5% delas têm até quatro funcionários. Para essas lojas, oferecer diferenciais claros ajuda a competir sem depender só de desconto.

Na IZI MAX, a manutenção começa pela retirada do conjunto do motor, que pode ser trocado sem desmontar a máquina. Segundo a CSM, a proposta é usar a engenharia para eliminar dificuldades presentes na rotina dos profissionais.

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